quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Comercial comemorativo Mercedes-Benz
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Mercedes série 1966-1968

Soft fin on a W111 280SE Coupe
The second series was introduced into production in August of 1965. The large W112 models were no longer needed since the W100 limousines were well-established by then, though the coupe and convertible continued in production for a few more years. The 300SE sedan model was now to be found in the brand new S-klasse series, W108/W109.
All engines were refreshed at this time, with the W110 190 giving way to the 200, 200D and 230 and the W111 220b/Sb/SEb making way for the 230S sedan and 250SE/280SE coupe and convertible.
* 1965–1968 230S sedan - model W111
* 1965–1967 250SE coupe - model W111
* 1965–1967 250SE convertible - model W111
* 1968–1971 280SE coupe, convertible - model W111
* 1968–1971 280SE 3.5 coupe, convertible - model W111
* 1965–1967 300SE coupe, convertible - model W112 (luxurious version, with air suspension)
* 1965–1968 200 sedan - model W110 (cheaper, 4-cylinder variant)
* 1965–1968 230 sedan - model W110
* 1965–1968 200D sedan - model W110 (diesel version)
Mercedes Series (1959-1965)

Sharp fin on a W110 190D
* 1959–1965 220b sedan - model W111
* 1959–1965 220Sb sedan - model W111
* 1959–1965 220SEb sedan - model W111 (with fuel injection)
* 1961–1965 220SEb coupe, convertible - model W111 (with fuel injection)
* 1961–1965 300SE sedan - model W112 (luxurious version, with air suspension)
* 1962–1965 300SE coupe, convertible - model W112 (luxurious version, with air suspension)
* 1963–1965 300SEL sedan - model W112 (luxurious version, with air suspension)
* 1961–1965 190c sedan - model W110 (cheaper, 4-cylinder variant)
* 1961–1965 190Dc sedan - model W110 (cheaper, 4-cylinder Diesel)
Mercedes-Benz S-Class

Models to treat
Year of manufacture chassis top model
W187 / (1951-1954) / 300 S
W180 / (1955-1957) / 220 S
W128 / (1958-1959) / 220 SE
W111 / (1959-1968) / 300SEL
W108 / (1965-1971) / 300SEL 6.3
W116 / (1972-1980) / 450SEL 6.9
W126 / (1979-1991) / 500SEL / 560SEL
W140 / (1992-1998) / 600SEL / S600
W220 / (1999-2004) / S600
W221 / (2005-today) / S600
Mercedes-Benz S-Class

quarta-feira, 31 de março de 2010
Mercedes "Flecha de Prata"

Depois, veio a Segunda Guerra Mundial e as Flechas de Prata só voltaram a correr em 1954, graças ao esforço da MERCEDES-BENZ, que retornou às pistas com o modelo W196. Construídos com a mais alta tecnologia da época, os W196 deixaram todos os outros carros obsoletos. A MERCEDES-BENZ não economizou dinheiro na construção de seus novos modelos. Havia duas carroçarias: uma tradicional e outra, usada somente em circuitos de alta velocidade, que cobria as rodas. Os modelos W196 dominaram as temporadas de 1954 e 1955 dirigidos pelos pilotos Juan Manuel Fangio.
Flechas de Prata
No início dos anos 20, a Mercedes-Benz descobriu as vantagens de um chassis baixo, que facilitava a entrada e saída de passageiros e de carga. Posteriormente, a Empresa usou essa estrutura como plataforma para os camiões que actuam no transporte de carros de corrida. Os primeiros entraram em acção em 1934, ano em que os "flechas de prata" foram introduzidos nas provas. Grandes letras brancas nas laterais de madeira do Lo 2750 referiam-se à "Mercedes-Benz Rennabteilung" (Departamento de Corridas da Mercedes-Benz).O folheto publicado na época afirmava que o veículo era "rico em equipamentos". Entre diversos itens, indicava painel de instrumentos com interruptores para os faróis, velocímetro, odómetro, indicador de óleo e de combustível, ignição e interruptor de partida. O conforto oferecido hoje não podia ser encontrado no 2750. A despeito dessa desvantagem, transportou vários veículos vencedores. Em junho de 1934, o "flecha de prata" W 25 com motor super-alimentado ganhou a Corrida Internacional Eiffel de Nürburgring, marcando o início de uma série de vitórias que continuaria até 1939. Após cada vitória, os camiões exibiam orgulhosamente os "flechas de prata" pelas ruas
Ver mais em: Flechas de Prata
Imagem Original. Última volta.com
1º Modelo Classe S

Um pouco de história

Para contar a gloriosa história da marca MERCEDES-BENZ é preciso primeiro entender quem foram os homens responsáveis pelo seu surgimento.
KARL BENZ - Nascido em 1844, é considerado o criador do primeiro veículo movido a combustão interna na cidade de Mannhein na Alemanha em 1886, onde matinha uma pequena oficina. O veículo era um triciclo com tracção nas rodas traseiras, monocilíndrico e com 984cc. Desenvolvia uma velocidade máxima de 16km/h. O veículo incorporava à época muitas soluções ainda utilizadas nos veículos modernos, como refrigeração à água, ignição eléctrica e diferencial. O primeiro automóvel de quatro rodas de Benz, o Victoria de 1892, foi também a base para a criação do primeiro ônibus e perua, construídos em 1895. O primeiro automóvel com produção em série foi o Benz Velo. Em 1898 foram usados pneus de borracha no Benz Comfortable e em 1899 no primeiro carro de corrida. A Benz & Cia., não só se tornou a primeira linha de montagem como também a maior do mundo no início do século XX. Em 1903 surge o Benz Parsifal inspirado nos conceitos de design dos automóveis Mercedes de Daimler.
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GOTTLIEB DAIMLER - Nascido em 1834, formou-se engenheiro aos 25 anos na Escola Politécnica de Stuttgart. Associou-se ao Sr. Wilhelm Maybach (grande projetista, criador dos clássicos e legendários automóveis Maybach) e produziram juntos, em 1885, a primeira motocicleta do mundo. Em 1886, alguns meses após o triciclo de Benz, construíram a primeira carruagem movida a um motor refrigerado a ar. Em 1890 fundou a Daimler Motoren-Gesellschaft (conhecida como DMG). Em 1893 por motivos de rivalidades entre os sócios Daimler e Maybach saem da empresa. De volta a empresa em 1895, produziram o Phoenix em 1897, primeiro automóvel com motor frontal. Dois anos depois veio o primeiro motor 4 cilindros de 28hp.
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O pioneirismo desses homens fez com que coleccionassem outras conquistas como a construção do primeiro autocarro, do primeiro caminhão com motor a gasolina e do primeiro caminhão a Diesel do mundo.
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Em 23 de Junho de 1902 o nome MERCEDES é registado como marca e em 26 de Setembro estava protegido legalmente. Surgiu de uma referência à Mercedes Jellinek, filha de Emil Jellinek, um comerciante austríaco apaixonado por carros e cliente fiel de Gottlieb Daimler. O nome Mercedes identificava os carros encomendados por Jellinek, um entusiasta do automobilismo e consagrou-se a partir das vitórias obtidas nas pistas. Com a fusão das empresas Daimler-Motoren-Gesellschaft e Benz & Cia., em 1926 uniram-se também as duas marcas: a estrela de três pontas, que identificava os produtos Mercedes fabricados por Daimler, e a coroa de louros, que caracterizava os de Benz. Surgia assim a MERCEDES-BENZ. As duas primeiras criações de Daimler-Benz foram os modelos Stuttgart 8/38PS, e o Mannheim 12/55PS. Em 1927 surge o primeiro Mercedes-Benz modelo S, de Sportlich (esportivo), sigla adotada até hoje na Classe S, seguido pelo SS (Super Sport) e SSK (Super Sport Kurz, desenvolvido por Ferdinand Porsche) introduzidos em 1928. Foram estes modelos que estabeleceram a reputação luxuosa dos carros MERCEDES-BENZ. Certamente os modelos mais admirados e desejados dessa época foram os modelos 380, 500K e 540K surgidos respectivamente em 1933, 1934 e 1936.
Ver em: Mundo das Marcas
terça-feira, 30 de março de 2010
Curiosidades Mercedes

Raridade nos anos 50, a segurança não chamava tanta atenção na época. O que definia a evolução dos carros até então eram o estilo ousado e motores possantes. Apelidada em inglês de "Fintail" ou em alemão de "Heckflosse", por ter pequenas barbatanas na traseira, a geração com códigos de chassi W110 a W112 da Mercedes-Benz, lançada em 1959, até fazia essa discreta concessão à exuberância dos carros americanos.
FICHA TÉCNICA
Motor: 6 cilindros em linha, 2,2 litros (220 SE 1959) / 3,0 litros (300 SE 1961)
Potência: 120 cv a 4 800 rpm (1959) / 160 cv a 5 000 rpm (1961)
Câmbio: manual de 4 velocidades (1959 e 1961) ou automático de 4 velocidades (1961)
Dimensões: comprimento, 487 cm; largura, 179 cm; altura, 150 cm (1959) / 149 cm (1961); entre eixos, 275 cm
Carroçaria: sedã de 4 portas
Desempenho: 172 km/h e 0 a 100 km/h em 14 segundos (1959) / 180 km/h (manual) ou 175 km/h (automático) e 0 a 100 km/h em 13 segundos (1961)
Verdade? Princesa? Mercedes???

A tragédia dissecada, enxerto de notícias sobre a morte de Diana.
Contradições.
Se há uma informação mais que comprovada é a de que Henri Paul, o homem ao volante do Mercedes que transportava Diana, Dodi e o guarda-costas Trevor Rees-Jones, estava encharcado de álcool. A novidade mais intrigante é que o motorista, apesar de bêbado e sob os efeitos combinados de remédios antidepressivos e tranqüilizantes, mistura que potencializa a carraspana, conservava bons reflexos e fez manobras sucessivas para tentar evitar a tragédia. É essa a conclusão de Jean Pietri, veterano consultor das principais indústrias automobilísticas francesas, ao analisar as marcas de pneus na pista do Túnel de L'Alma e outros vestígios do acidente. Seus estudos, colocados à disposição de Thomas Sancton e Scott MacLeod, repórteres da revista Time e autores do livro Death of a Princess: the Investigation, são de mais valia do que os balbucios de Rees-Jones, único sobrevivente do desastre, do qual saiu com o rosto destroçado e grandes lapsos de memória.
Pietri não inocenta o motorista. Paul dirigia a 160 quilômetros por hora, uma velocidade suicida. A topografia do túnel, que combina uma curva com uma depressão na pista, provoca o chamado "efeito trampolim": o carro se desprende do chão por alguns segundos e o motorista não tem como controlá-lo. Sem carteira de habilitação especial para dirigir um modelo como o Mercedes S280, Paul enfrentou uma situação difícil mesmo para motoristas experimentados — e sóbrios. Segundo os indícios, houve duas colisões. Primeiro, à entrada do túnel, o Mercedes teve de se desviar de um Fiat Uno (visto pela maioria das testemunhas) que rodava devagar. As fortes marcas de pneus permitiram a Pietri reconstituir a seqüência dos fatos. O Mercedes não pôde evitar um raspão na traseira do Fiat antes de recobrar o rumo. Já no interior do túnel, Paul se viu encurralado por um Citroën, em velocidade normal à sua frente, e por outro veículo à sua direita, talvez o mesmo Fiat, que impedia a ultrapassagem. Para não bater em nenhum dos dois carros, pisou no freio bruscamente e segurou a direção para a esquerda. Em alta velocidade, o efeito não poderia ser outro: o carro rabeou, colidiu com o veículo ao lado e se espatifou no pilar do túnel. Em seguida, já com Paul provavelmente morto, virou 180 graus e bateu na parede da direita. O motorista do Citroën é uma das principais testemunhas do inquérito policial. O Fiat jamais foi localizado.
O Mercedes havia sido encomendado à empresa Étoile Limousine pelos administradores do Hotel Ritz, de propriedade do pai de Dodi, Mohamed Al Fayed. O dono da empresa, Jean-François Musa, se ofereceu para dirigir — mas Dodi destacou Henri Paul, o subchefe de segurança do Ritz. Todo aquele fim-de-semana em Paris vinha acontecendo assim, sob o signo da improvisação. Dodi tinha assumido inteiramente o esquema de segurança. Acabou sitiado no Ritz pelos paparazzi e curiosos. Resolveu despachar seu motorista regular, Philippe Dourneau, no carro que os fotógrafos já conheciam, para despistá-los. Henri Paul e o Mercedes alugado se encarregariam de levar o casal até o apartamento de Dodi, aparentemente porque ele queria um ambiente mais íntimo do que o hotel para pedir Diana em casamento.
Pesquisando as diversas notícias do embate do Mercedes Benz S280 W140, encontram-se muitas divergências sobre a velocidade que realmente iria.
Para começar, a Mercedes Benz em que Diana morreu foi roubada! O mais estranho é que, quando a viatura foi encontrada a única coisa que faltava no carro era o chip de computador de bordo; chip que é responsável pelo controle de direcção e de travagem! Mais estranho ainda é que o Benz S280 estva disponível naquela noite!
Em termos de velocidade, também os nº não coincidem. Ouvimos falar em, 196 quilómetros por hora (120 mph), 160 quilómetros por hora, 120 quilómetros por hora e outras versões.
A verdade é que algo não bate certo, e as únicas entidades que podem ter a resposta é a Mercedes benz e os serviços secretos.
Espero que um dia a verdade venha a tona, porquê só assim saberemos os motivos verdadeiros da morte da Princesa e a verdade sobre um dos carros mais seguros do Mundo.

